Avenida da Paz é totalmente liberada após obra emergencial em Maceió
Trânsito fica caótico em bairros de Maceió devido à obra de reparo na Avenida da Paz Reprodução/TV Asa Branca Alagoas A Avenida da Paz, no bairro do Jarag...
Trânsito fica caótico em bairros de Maceió devido à obra de reparo na Avenida da Paz Reprodução/TV Asa Branca Alagoas A Avenida da Paz, no bairro do Jaraguá, em Maceió, foi totalmente liberada para o tráfego de veículos nesta quarta-feira (18), após ter sido interditada no dia anterior por causa de um problema em uma tubulação de esgoto. A via chegou a funcionar com liberação parcial durante a manhã, mas, segundo a BRK Ambiental, os serviços de recomposição do pavimento foram concluídos e o trânsito foi normalizado nos dois sentidos. A interdição começou na terça-feira (17), após o rompimento de uma tubulação que provocou o afundamento da via. De acordo com a concessionária, equipes trabalharam durante toda a madrugada em uma intervenção emergencial, iniciada após a identificação do abatimento na estrutura que transporta os dejetos da Estação Elevatória de Esgoto do Salgadinho. Veja os vídeos que estão em alta no g1 🚍Linhas de Ônibus Trânsito fica intenso em bairros de Maceió devido à obra de reparo na Avenida da Paz Reprodução/TV Asa Branca Alagoas Autuação ambiental O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) autuou a BRK Ambiental por lançamento irregular de efluentes no mar, na região da Avenida da Paz. De acordo com o órgão, foi identificado o despejo de esgoto sem tratamento diretamente na água, em desacordo com as normas ambientais. A irregularidade foi constatada durante vistoria técnica, com registro das coordenadas do ponto de lançamento. “O lançamento de efluentes sem tratamento diretamente no mar compromete a qualidade da água, afetando a balneabilidade das praias e trazendo riscos à saúde pública, especialmente em áreas urbanas e turísticas. Além disso, provoca danos à fauna marinha, como peixes e crustáceos, e pode gerar desequilíbrios ecológicos significativos”, explicou o gerente de Fiscalização do IMA, Rafael Lopes. Segundo o órgão, a prática é considerada infração ambiental grave, conforme a Lei Estadual nº 6.787/2006, por causar danos à qualidade da água, à fauna e à saúde pública.